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A nada fácil vida de um calouro da NBA

Guilherme Borges
Guilherme Borges

Eu sei, os rookies da NBA têm muitas dificuldades. O ritmo de jogo é outro; a linha de três é mais longe; o jogo é mais físico; a temporada é longa; e etc, etc, etc. Poderíamos debater esse assunto à exaustão. Mas, vocês sabem, nós gostamos de pensar nos assuntos de uma perspectiva diferente, por isso, essa matéria é mais leve, e nós não vamos falar do que eles sofrem em quadra, mas sim, fora de quadra, as famosas, “rookie duties”, “tarefas dos primeiro anistas”

Todos os jogadores veteranos da NBA gostam de dar aos seus novatos, tarefas: separar as toalhas; encher os copos de Gatorade; arrumar o armário; limpar o tênis, e muitas outras. A influência dos veteranos na Liga é cômica. Como não lembrar do dia em que Kobe Bryant fez Larry Nance Jr sentar no chão para que ele pudesse sentar em uma cadeira? Ou então, o dia em que Brandon Ingram, como rookie do Lakers, teve que vestir um pijama de poodle cor de rosa, entrar em quadra, e cantar “Diamonds” em frente de toda a imprensa? Não lembra? Então, saca só!

Os acontecimentos citados foram apenas trotes “gratuitos”, sem motivo aparente (a não ser o fato de ter acabado de entrar na liga), mas, existem aqueles que são fruto da “indisciplina” dos calouros. Aliás, as famosas Rookie Duties são tão presentes na NBA que o perfil oficial da Liga, em 2012, postou um vídeo onde os Rookies puderam falar sobre isso e dar alguns exemplos. Vejam só!

Bom, e quando os rookies não cumprem suas tarefas? Aí é que os veteranos se tornam criativos. Os rookies do Bucks aprenderam isso da pior forma. O alvo? Sterling Brown. O que ele fez (ou melhor, não fez)? Deixou de colocar toalhas para os jogadores em seus bancos (entre outras tarefas). O trote? Bom, aí você vai ter que dar uma olhada, mas, um spoiler: envolve pipoca. Muita pipoca.

Dá um play e confira o que rola no nosso som!