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Warriors mantém porta aberta para o retorno de Durant

Renato Campos
Renato Campos
31 de Julho de 2026

O Warriors não engavetou a ideia de reunir Stephen Curry e Kevin Durant. Segundo fontes ouvidas pelo ClutchPoints, a franquia receberia o ala de volta de braços abertos, como já estava disposta a fazer em 2025, antes de o próprio Durant travar a troca. O obstáculo é ele estar confortável no Rockets.

Resumo rápido
  • Joe Lacob receberia Durant de volta, e não há atrito com Green ou Kerr.
  • Durant barrou a troca para o Warriors em 2025 por estabilidade em Phoenix.
  • O Rockets recusou sondagens por ele neste offseason, uma delas do Pistons.
  • Durant completa 38 anos em setembro de 2026.
  • O Warriors tem praticamente todos os próprios picks até 2033.

Uma ideia que a franquia nunca abandonou

A informação é direta: o Warriors não desistiu por completo de um dia recolocar Durant ao lado de Curry. Não é negociação em andamento nem sondagem formal, é disposição declarada internamente. Lacob e a diretoria toparia a reunião se ela aparecesse.

O detalhe que sustenta a hipótese é a ausência de mágoa. Fontes próximas à situação são claras: não existe atrito entre Durant, Draymond Green, Steve Kerr ou qualquer outro integrante do clube. A separação de 2019 virou passado, e o período em que ele jogou ao lado de Curry produziu o basquete mais dominante da carreira dele.

Por que a troca de 2025 não saiu

O Warriors chegou perto na trade deadline de 2025 e estava pronto para fechar. Quem parou foi o próprio jogador: Durant e o sócio Rich Kleiman interromperam a operação no meio do caminho. Os motivos, segundo pessoas a par do processo, não tinham nada de rancor. Ele buscava estabilidade em Phoenix e simplesmente não queria se mudar naquele momento da temporada.

O Rockets segurou, mas o Pistons apareceu

Neste offseason, o Rockets recusou o interesse de times que perguntaram pela disponibilidade de Durant. Uma dessas sondagens veio do Pistons, que segue como candidato natural caso ele um dia queira sair de Houston, pela relação forte com Cade Cunningham.

Ou seja: a fila existe, e o Warriors não está sozinho nela. A diferença é que Detroit tem um argumento concreto de vestiário, enquanto o argumento de San Francisco é a história com Curry.

O que o Warriors teria para oferecer

Munição não falta. A franquia controla praticamente todas as próprias escolhas de draft até 2033 e tem mais de US$ 180 milhões em salários expirando, o que a coloca com mais espaço de manobra do que qualquer outro time nos próximos doze meses. Foi exatamente essa flexibilidade que a diretoria protegeu ao não gastar tudo em uma estrela neste verão.

Onde isso realmente para

Tudo depende de uma variável que ninguém no Warriors controla: se Durant vai ficar insatisfeito em Houston. Enquanto isso não acontecer, não há conversa. E aos 38 anos completados em setembro, a janela para um reencontro que faça sentido esportivo não é larga. A prioridade imediata da franquia é outra, e passa por resolver a extensão de Curry ainda neste verão.

ClutchPoints

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